Previna crises de asma

 

Cerca de 2 milhões de brasileiros sofrem com a asma anualmente, é uma das doenças respiratórias crônicas mais comuns, juntamente com a rinite alérgica e a doença pulmonar obstrutiva crônica. A asma é uma condição em que as vias aéreas de uma pessoa ficam inflamadas, estreitas e inchadas, além disso, ainda produzirem muco extra, o que dificulta a respiração. A asma pode causar dificuldade para respirar, dor no peito, tosse e respiração ofegante. Às vezes, os sintomas podem aparecer repentinamente.

 

A asma geralmente pode ser controlada com inaladores de resgate, que tratam os sintomas, e inaladores de controle (esteroides), que os previnem. Os casos graves podem exigir inaladores de ação prolongada que mantêm as vias aéreas abertas, bem como esteroides orais.

 

Quais são as causas da asma?

A asma é uma condição respiratória crônica caracterizada pela inflamação e estreitamento das vias aéreas, o que pode dificultar a respiração. As causas da asma podem ser diversas e muitas vezes envolvem uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Aqui estão algumas das principais causas e fatores que contribuem para o desenvolvimento da asma:

 

  1. Fatores Genéticos:

Histórico Familiar: Ter parentes próximos com asma aumenta o risco de desenvolver a doença.

Predisposição Genética: Certos genes estão associados a uma maior suscetibilidade à asma.

 

  1. Alergias:

Ácaros da Poeira: Presença de ácaros em casa.

Pólen: Exposição ao pólen de árvores, gramas e flores.

Pelos de Animais: Alergia a pelos de cães, gatos e outros animais domésticos.

Mofo: Presença de mofo em ambientes internos.

 

  1. Fatores Ambientais:

 

Poluição do Ar: Exposição a poluentes e irritantes no ar, como fumaça de cigarro, fumaça industrial e escapamento de veículos.

Mudanças Climáticas: Alterações no clima e no tempo podem desencadear crises de asma.

Exposição Ocupacional: Contato com substâncias irritantes ou alergênicas no local de trabalho.

 

  1. Infecções Respiratórias:

Infecções Virais: Infecções virais, especialmente na infância, podem contribuir para o desenvolvimento da asma.

 

  1. Estilo de Vida e Condições de Saúde:

Obesidade: O excesso de peso pode aumentar o risco de asma.

Atividade Física Intensa: Em algumas pessoas, exercícios físicos intensos podem desencadear sintomas de asma (asma induzida por exercício).

 

  1. Exposição a Frio e Mudanças de Temperatura:

Ar Frio: A inalação de ar frio e seco pode desencadear crises de asma em algumas pessoas.

 

  1. Estresse e Emoções Fortes:

Estresse: Situações de estresse e emoções intensas podem agravar os sintomas de asma.

 

  1. Medicamentos:

Certos Medicamentos: Alguns medicamentos, como aspirina e outros anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), podem desencadear sintomas de asma em indivíduos sensíveis.

 

A asma é uma condição complexa e variada, e o gerenciamento eficaz envolve identificar e evitar os desencadeantes individuais, além de seguir um plano de tratamento prescrito por um profissional de saúde.

 

Como evitar crises de asma?

Para evitar crises de asma, uma pessoa com essa condição deve adotar uma série de medidas preventivas e seguir um plano de tratamento adequado. Aqui estão algumas recomendações importantes:

 

  1. Seguir o Plano de Tratamento:

Medicamentos de Manutenção: Tomar os medicamentos prescritos regularmente, mesmo quando estiver se sentindo bem.

Inaladores de Alívio: Ter sempre à mão o inalador de alívio rápido (broncodilatador) para uso em caso de emergência.

 

  1. Evitar Desencadeantes:

Alergias: Identificar e minimizar a exposição a alérgenos, como ácaros, pólen, pelos de animais e mofo.

Fumaça e Poluição: Evitar exposição a fumaça de cigarro, poluição do ar e produtos químicos irritantes.

Mudanças Climáticas: Proteger-se do ar frio e seco, usando um cachecol sobre o nariz e a boca em dias frios.

 

  1. Manter a Casa Limpa e Livre de Alérgenos:

Limpeza Regular: Aspirar e limpar a casa regularmente para reduzir poeira e ácaros.

Lençóis e Almofadas: Lavar a roupa de cama frequentemente em água quente e usar capas antiácaros em colchões e travesseiros.

Desumidificadores: Usar desumidificadores para manter os níveis de umidade baixos e prevenir o mofo.

 

  1. Vacinação e Cuidados Médicos:

 

Vacinas: Manter as vacinas em dia, especialmente contra gripe e pneumonia.

Consultas Regulares: Visitar o médico regularmente para monitorar a asma e ajustar o tratamento conforme necessário.

 

  1. Praticar Exercícios com Cuidado:

Aquecimento e Alongamento: Fazer um aquecimento adequado antes do exercício e alongar depois.

Exercícios Adequados: Optar por atividades físicas que sejam adequadas para a condição, como natação, que é menos propensa a desencadear crises.

Gerenciamento de Estresse: Técnicas de Relaxamento: Praticar técnicas de relaxamento, como yoga, meditação e respiração profunda, para reduzir o estresse e a ansiedade.

  1. Monitorar os Sintomas:

 

Diário de Sintomas: Manter um diário dos sintomas para identificar padrões e possíveis desencadeantes.

Peak Flow Meter: Usar um medidor de pico de fluxo (peak flow meter) para monitorar a função pulmonar e detectar precocemente sinais de crise.

 

  1. Evitar Infecções Respiratórias:

Higiene: Lavar as mãos frequentemente e evitar contato com pessoas doentes.

Tratamento Rápido: Tratar rapidamente qualquer infecção respiratória para evitar complicações.

 

  1. Educação sobre Asma:

Conhecimento: Aprender sobre a condição e os fatores que podem desencadear crises.

Plano de Ação: Ter um plano de ação por escrito, elaborado com a ajuda do médico, detalhando o que fazer em caso de crise.

Adotar essas medidas pode ajudar significativamente a reduzir a frequência e a gravidade das crises de asma, melhorando a qualidade de vida da pessoa afetada.

 

Reconhecer os sintomas da asma e procurar auxílio médico é fundamental para o manejo eficaz dessa condição crônica. A asma pode se manifestar de diversas formas, incluindo tosse persistente, chiado no peito, falta de ar e sensação de aperto no peito. Estes sintomas podem variar de leve a grave e podem ser desencadeados por diferentes fatores, como alergias, infecções respiratórias, poluição e até mesmo mudanças climáticas.

 

A busca por atendimento médico é essencial para obter um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado. Um profissional de saúde pode realizar testes específicos para confirmar a asma e determinar a gravidade da condição. Com base nisso, ele poderá prescrever medicamentos de manutenção para controlar a inflamação das vias aéreas e broncodilatadores de ação rápida para alívio imediato durante uma crise.

 

Além disso, o acompanhamento regular com um médico permite ajustar o tratamento conforme necessário, ajudando a prevenir crises graves e complicações. Educar-se sobre a asma, conhecer os seus gatilhos específicos e aderir ao plano de tratamento são passos importantes para manter a qualidade de vida e evitar emergências médicas.

 

Portanto, se você ou alguém próximo apresentar sintomas de asma, não hesite em procurar ajuda médica. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são as melhores maneiras de controlar a asma e garantir uma vida ativa e saudável.

a imagem mostra uma mulher deitada sentindo o calor da menopausa

Menopausa

Menopausa

A menopausa e seus sintomas são inevitáveis, nenhuma mulher está livre de enfrentá-la. O quando, porém, pode variar. Estima-se que a menopausa afete mulheres entre 45 e 55 anos. Quando ela ocorre antes disso, próxima aos 40 anos, é chamada de menopausa precoce.

 

Muitas vezes o termo menopausa é utilizado sem seu diagnóstico, para referir-se ao climatério ou o famoso “calorão” enfrentado pelas mulheres nesse período, O climatério é a fase de transição do período reprodutivo, ou fértil, para o não reprodutivo na vida da mulher.

 

Primeiros sinais da menopausa:

 

1 – Ondas de calor

Como dito anteriormente as ondas de calor são os principais sintomas que remetem ao período da menopausa. Ele ocorre em, aproximadamente, 80% das mulheres passando pelo período da menopausa. A diminuição da produção de estrogênio é a responsável por causar o “calorão”, essa alteração causa uma desregulação do termostato corporal. Eles começam no período pré menopausa e podem continuar até após o período.

 

2 – Suores noturnos

Eles são uma variante das ondas de calor, em muitos casos, os suores noturnos podem atrapalhar o sono, causando irritabilidade e indisposição da mulher que passa pela menopausa.

 

3 – Variações de Humor

A queda da produção de estrogênio afeta também o humor, causando variações que podem alternar entre euforia, estresse e desânimo sem um motivo aparente, durante um único dia.

 

4 – Secura vaginal

Os tecidos que compõe a estrutura vaginal são dependentes do estrogênio, com a queda de produção do mesmo ela se resseca, afetando assim a lubrificação, causando coceira e dor durante relações sexuais.

 

5 – Depressão

Mulheres na pré-menopausa tem até 2 vezes mais chances de desenvolverem um quadro de depressão. O quadro também pode se desenvolver em mulheres em menopausa precoce que ainda desejam engravidar.

 

6 – Ganho de peso

O metabolismo é mais um que é afetado pela queda na produção de estrogênio. O gasto calórico do corpo diminui, o que facilita o ganho de peso, mesmo que seja ingerida uma menor quantidade de calorias.

 

7 – Dores nas articulações

Aproximadamente 60% das mulheres na pré-menopausa sofrem com dores nas articulações, devido a queda na produção de estrogênio. Mulheres obesas ou com sobrepeso são as mais afetadas por esse problema. Uma das características desse sintoma é que ele não some após o climatério, diferente dos demais sintomas.

 

8 – Desequilíbrio e tonturas

No período da menopausa precoce, episódios súbitos de tonturas e perda do equilíbrio costumam se tornar mais frequentes.

 

Tratamento

O tratamento da menopausa e seus sintomas pode variar de acordo com a intensidade e a natureza dos sintomas de cada mulher. Aqui estão algumas abordagens comuns que podem ajudar a aliviar os desconfortos associados à menopausa:

 

  1. Terapia de Reposição Hormonal (TRH): Para algumas mulheres, a reposição de estrogênio e progesterona pode ajudar a aliviar os sintomas, como ondas de calor, secura vaginal e alterações de humor. No entanto, o uso de TRH deve ser discutido com um profissional de saúde, pois possui benefícios e riscos que precisam ser avaliados individualmente.

 

  1. Medicamentos Não Hormonais: Existem medicamentos não hormonais que podem ser prescritos para tratar sintomas específicos, como antidepressivos para aliviar os sintomas de depressão e ansiedade, ou medicamentos para tratar a osteoporose.

 

  1. Estilo de Vida Saudável: Adotar um estilo de vida saudável pode fazer uma grande diferença. Isso inclui uma dieta balanceada, exercícios físicos regulares, controle de peso, parar de fumar e limitar o consumo de álcool e cafeína.

 

  1. Suplementos Alimentares: Alguns suplementos, como cálcio e vitamina D, podem ajudar a manter a saúde óssea, enquanto suplementos de ômega-3 podem ser benéficos para o coração e a saúde mental.

 

  1. Terapias Alternativas: Terapias alternativas, como acupuntura, yoga, meditação e técnicas de relaxamento, podem proporcionar alívio dos sintomas em algumas mulheres.

 

  1. Acompanhamento Médico Regular: Manter consultas regulares com um profissional de saúde é essencial para monitorar a saúde geral e ajustar o plano de tratamento conforme necessário.

 

É crucial discutir qualquer plano de tratamento com um médico, considerando a história médica pessoal, os riscos e benefícios de cada opção. Cada mulher é única, e o tratamento da menopausa deve ser personalizado para atender às suas necessidades específicas.

PAAF da Tireoide

A PAAF (Punção Aspirativa por Agulha Fina) da tireoide é um procedimento realizado para avaliar nódulos ou lesões suspeitas na glândula tireoide. A tireoide é uma pequena glândula localizada na parte anterior do pescoço, responsável pela produção dos hormônios tireoidianos, que desempenham um papel importante no controle do metabolismo.

 

Em qual ocasião a PAAF da tireoide deve ser realizada?

A PAAF da tireoide é geralmente realizada nas seguintes situações:

 

  • Nódulo tireoidiano palpável: Se durante um exame físico da tireoide, o médico detectar um nódulo ou uma massa suspeita na região do pescoço, a PAAF pode ser recomendada para obter uma amostra do tecido e avaliar sua natureza.

 

  • Nódulo tireoidiano identificado por exames de imagem: Se um exame de ultrassonografia, tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética (RM) identificar um nódulo ou lesão na tireoide que possa ser suspeito de malignidade, a PAAF pode ser realizada para confirmar ou descartar a presença de células cancerosas.

 

  • Nódulo tireoidiano com características suspeitas: Se um nódulo tireoidiano apresentar características suspeitas, como tamanho maior que 1 cm, presença de calcificações, irregularidades nas bordas ou aumento rápido de tamanho, a PAAF pode ser recomendada para esclarecer a natureza do nódulo.

 

  • Resultados anormais de exames de sangue: Em alguns casos, quando exames de sangue indicam níveis anormais de hormônios tireoidianos, como o TSH (hormônio estimulador da tireoide) ou quando ocorre hipertireoidismo ou hipotireoidismo inexplicado, a PAAF pode ser realizada para investigar a presença de lesões malignas na tireoide.

 

Quais alterações na tireoide podem causar nódulos?

Várias alterações podem levar ao desenvolvimento de nódulos na tireoide. Algumas das principais condições associadas a essas alterações incluem:

 

  • Bócio multinodular: É caracterizado pelo crescimento anormal da glândula tireoide, resultando em múltiplos nódulos na sua estrutura. Geralmente ocorre devido a deficiências nutricionais, deficiência de iodo, problemas hormonais ou fatores genéticos.

 

  • Adenoma tireoidiano: Trata-se de um tumor benigno que se forma na tireoide. Esses adenomas podem ser únicos ou múltiplos e são geralmente não funcionantes, o que significa que não produzem hormônios tireoidianos em excesso.

 

  • Cistos tireoidianos: São bolsas preenchidas por líquido que se desenvolvem na glândula tireoide. Geralmente são benignos e podem ocorrer devido ao acúmulo de fluído dentro de um nódulo existente ou ao bloqueio de uma glândula tireoidiana normal.

 

  • Tireoidite de Hashimoto: É uma doença autoimune que causa inflamação crônica da tireoide. À medida que a glândula é atacada pelo sistema imunológico, podem se desenvolver nódulos tireoidianos.

 

  • Câncer de tireoide: Embora a maioria dos nódulos tireoidianos sejam benignos, em alguns casos raros, eles podem ser indicativos de câncer de tireoide. Existem diferentes tipos de câncer de tireoide, como o carcinoma papilífero, o carcinoma folicular, o carcinoma medular e o carcinoma anaplásico.

 

Como o procedimento é realizado?

O procedimento de PAAF é geralmente realizado em um consultório médico ou em uma clínica especializada, sob a orientação de um médico especialista em endocrinologia, radiologia intervencionista ou cirurgia de cabeça e pescoço. Antes do procedimento, o paciente é geralmente orientado a evitar o uso de medicamentos anticoagulantes, como aspirina, para minimizar o risco de sangramento.

 

Durante a PAAF, o paciente é posicionado de forma a expor a região do pescoço onde se encontra o nódulo a ser puncionado. O médico utilizará uma agulha fina para extrair uma pequena amostra de tecido do nódulo. Em alguns casos, pode ser necessário utilizar a ultrassonografia para guiar a agulha até o local exato do nódulo, garantindo uma punção precisa.

 

A punção é rápida e geralmente causa apenas um desconforto mínimo. Após a obtenção da amostra, o material é colocado em uma lâmina de vidro ou em um meio de fixação adequado para análise laboratorial. O patologista examina a amostra ao microscópio para avaliar a presença de células cancerosas ou outras alterações.

 

Os resultados da PAAF podem fornecer informações importantes para orientar o tratamento do paciente. Se a amostra indicar a presença de células cancerosas, é possível que sejam necessários exames adicionais, como uma biópsia cirúrgica, para determinar o estágio e o tipo de câncer de tireoide e planejar o tratamento apropriado.

 

É importante ressaltar que a PAAF de Tireoide é um procedimento seguro e eficaz, com baixas taxas de complicações. Os possíveis efeitos colaterais incluem dor leve no local da punção e pequeno sangramento. No entanto, é sempre recomendado seguir as orientações médicas e discutir quaisquer dúvidas ou preocupações antes de realizar o procedimento.

 

Em resumo, a PAAF de Tireoide é uma técnica utilizada para obter amostras de tecido da glândula tireoide, visando avaliar a presença de nódulos suspeitos ou lesões. Esse procedimento desempenha um papel fundamental na identificação de câncer de tireoide e na determinação do tratamento adequado para cada caso, proporcionando uma abordagem mais precisa e individualizada ao paciente.

 

Onde realizar a PAAF de tireoide em Anápolis?

Se você está em busca de um diagnóstico preciso e confiável para nódulos tireoidianos em Anápolis, a Clínica Popular Mais Saúde é a escolha certa. Confie em nossa equipe experiente e comprometida para realizar a PAAF da tireoide e fornecer o cuidado necessário para garantir sua saúde. Agende sua consulta hoje mesmo e dê o primeiro passo em direção ao diagnóstico adequado e ao tratamento adequado.

 

Agendar uma PAAF de tireoide na Clínica Popular Mais Saúde em Anápolis é simples e conveniente. Os pacientes podem entrar em contato com a clínica por telefone ou pessoalmente para marcar uma consulta. Não perca tempo e agende a PAAF da tireoide. Ligue (62) 3098-4645 ou, se preferir, agende através do WhatsApp 99111-5662.

 

Prick Test

O prick test é um dos métodos mais comuns utilizados para diagnosticar alergias. É um teste simples e rápido realizado na pele para identificar alérgenos específicos que podem estar causando uma reação alérgica.

 

Durante o teste, pequenas quantidades de extratos alergênicos são aplicadas na superfície da pele, geralmente no antebraço ou nas costas. Esses extratos contêm substâncias que podem desencadear alergias, como pólen, ácaros, alimentos, pelos de animais e outros alérgenos comuns.

 

O médico ou profissional de saúde usa uma lanceta estéril para fazer pequenas puncturas ou picadas na pele, permitindo que os alérgenos entrem em contato com o sistema imunológico. Se uma pessoa for alérgica a um determinado alérgeno, uma reação alérgica localizada pode ocorrer na forma de uma pápula vermelha e inchada na área do teste.

 

Os resultados do prick test são avaliados em cerca de 15 a 20 minutos após a aplicação dos alérgenos. O tamanho da reação alérgica é comparado com controles negativos e positivos para determinar se uma resposta alérgica está presente. É importante ressaltar que o teste deve ser realizado por um profissional de saúde treinado, como um alergista, para garantir a segurança e interpretação correta dos resultados.

 

O prick test é considerado seguro e bem tolerado na maioria dos casos, mas podem ocorrer reações alérgicas locais temporárias, como coceira, vermelhidão ou inchaço no local do teste. É um método eficaz para ajudar no diagnóstico de alergias e pode ser utilizado em conjunto com outros testes alérgicos, como exames de sangue para detecção de anticorpos específicos (IgE).

 

É importante lembrar que o prick test avalia apenas a sensibilização alérgica, ou seja, se uma pessoa apresenta uma resposta alérgica a um determinado alérgeno. Os resultados devem ser interpretados em conjunto com a história clínica e os sintomas do paciente para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado.

 

A incidência de alergias tem aumentado nos últimos anos, mas ainda não está claro por que isso acontece. Alguns especialistas acreditam que mudanças na dieta, na exposição a produtos químicos e ao ar poluído podem ter contribuído para o aumento da incidência de alergias.

 

As alergias são respostas do sistema imunológico a substâncias normalmente inofensivas, chamadas alérgenos. Existem diversos tipos de alergias, e as mais comuns incluem:

 

  1. Alergia sazonal (Rinite alérgica): É uma reação alérgica aos alérgenos presentes no ar durante determinadas estações, como pólen de plantas, gramíneas ou árvores. Os sintomas incluem espirros, coriza, coceira nos olhos e nariz, e congestão nasal.

 

  1. Alergia a alimentos: Algumas pessoas desenvolvem alergias a certos alimentos, como leite, ovos, amendoim, nozes, trigo, peixe ou mariscos. Os sintomas podem variar desde leves, como coceira na boca, até graves, como inchaço nos lábios, dificuldade respiratória e choque anafilático.

 

  1. Alergia a medicamentos: Certos medicamentos podem desencadear reações alérgicas, como antibióticos (penicilina, sulfa), anti-inflamatórios não esteroides (aspirina, ibuprofeno) e analgésicos (paracetamol). Os sintomas podem incluir erupções cutâneas, coceira, inchaço e, em casos graves, dificuldade respiratória.

 

  1. Alergia a picadas de insetos: Picadas de insetos, como abelhas, vespas, formigas e mosquitos, podem causar reações alérgicas em algumas pessoas. Os sintomas podem variar de leves (vermelhidão, inchaço, coceira) a graves, com dificuldade respiratória, tonturas e choque anafilático.

 

  1. Alergia a pó e ácaros: Ácaros do pó, pequenos organismos encontrados em ambientes internos, são uma das principais causas de alergias perenes. Os sintomas incluem espirros, coriza, coceira nos olhos, tosse e falta de ar.

 

  1. Alergia a animais de estimação: Pessoas sensíveis a proteínas presentes na saliva, urina ou descamação da pele de animais, como cães e gatos, podem apresentar alergias. Os sintomas incluem espirros, coceira, olhos lacrimejantes, congestão nasal e asma.

 

  1. Alergia a produtos químicos e cosméticos: Algumas pessoas podem ser alérgicas a certos produtos químicos, como corantes, fragrâncias, conservantes ou látex. Os sintomas podem variar desde irritação da pele até reações alérgicas graves.

 

Quem deve ser submetido ao teste?

O prick test é geralmente recomendado para pessoas que apresentam sintomas de alergia, como espirros, coriza, coceira nos olhos, inchaço e erupções cutâneas. Além disso, pessoas com histórico de alergia na família ou com suspeita de alergia a alimentos ou substâncias também podem ser submetidas ao teste.

 

No entanto, o prick test não é indicado para todos. Pessoas com doenças de pele, como eczema ou psoríase, ou pessoas que já estão tomando medicamentos anti-histamínicos podem ter resultados falsos. Portanto, é importante discutir com um médico se o prick test é apropriado para você e se há alguma precaução especial que você deve tomar antes do teste.

 

Em geral, o prick test é uma forma eficaz de avaliar a sensibilidade a alérgenos comuns e ajuda a identificar as causas dos sintomas de alergia. No entanto, é importante ter cuidado ao interpretar os resultados e discutir as recomendações com um médico antes de tomar qualquer ação.

 

Onde fazer o Prick Test em Anápolis?

Na Clínica Popular Mais Saúde em Anápolis, o prick test é realizado por profissionais altamente capacitados e experientes. A clínica está equipada com tecnologia de ponta e segue rigorosos padrões de higiene e segurança para garantir resultados precisos e confiáveis. Além disso, o ambiente acolhedor e amigável da clínica proporciona conforto aos pacientes durante o procedimento.

 

Agendar um prick test na Clínica Popular Mais Saúde em Anápolis é simples e conveniente. Os pacientes podem entrar em contato com a clínica por telefone ou pessoalmente para marcar uma consulta. O horário flexível e os preços acessíveis tornam os serviços de diagnóstico e tratamento de alergias mais acessíveis a todos os membros da comunidade.

 

Não perca tempo e agende seu prick test. Ligue (62) 3098-4645 ou, se preferir, agende através do WhatsApp 99111-5662.

O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre o público feminino e é também o que mais mata mulheres em todo mundo, no Brasil são mais de 60 mil novos casos por ano, por isso todo cuidado é pouco. O câncer de mama raramente acomete mulheres com menos de 35 anos de idade, sendo mais frequente naquelas que tem mais de 50. Uma das maneiras de detectar nódulos e alterações nas mamas é realizando o autoexame. Em pé, de frente para um espelho, observe atentamente suas mamas, fique atenta a ondulações e alterações no formato delas. Leve um dos braços atrás da cabeça e use a mão oposta para tocar a mama, em seguida faça a mesma coisa com a outra mama. Examine-a com movimentos circulares, de baixo para cima, de um lado para o outro. Verifique se alguma secreção sai dos mamilos.

Quanto mais cedo for detectado, maior a chance de cura, ela pode chegar até 95%. Caroços nos seios ou axilas, alterações na região das mamas, vermelhidão ou descamação do mamilo, secreção no mamilo ou dor no mamilo – são todos sinais de alerta que exigem muita atenção. Caso seja observado algum desses indícios, é preciso consultar um médico imediatamente. Atenção aos sinais, um nódulo ou sintoma suspeito na região mamas deve ser analisado para saber se há ou não a presença de um tipo de tumor mamário, o exame realizado para diagnóstico é a biópsia. A recomendação é de que, a partir dos 35 anos de idade, o acompanhamento com o mastologista seja iniciado, entretanto, mulheres com histórico de câncer na família, que tiveram menstruação precoce ou tardia, deverão começar o acompanhamento mais cedo e, provavelmente, a consulta deverá ocorrer mais de uma vez ao ano.

 

O que é a biópsia das mamas?

A biópsia é um processo no qual o médico especialista irá retirar, por meio de punções (extração por agulha), ou através de uma pequena cirurgia, um fragmento de um nódulo suspeito na região das mamas para que seja analisado cuidadosamente em laboratório por um médico patologista, essa análise é chamada de exame anatomopatológico.

O objetivo da biópsia é verificar se há ou não a presença de câncer na amostra fornecida e se, caso haja, determinar o tipo de câncer de mama a que corresponde. Pode ser considerada também como um exame diagnóstico, levando em conta que a mamografia, a ultrassonografia e a ressonância magnética das mamas apenas revelam alterações suspeitas, mas não são capazes de detectar a presença do câncer. Geralmente a biópsia é realizada após a mamografia, ultrassom ou ressonância indicarem mudanças na região das mamas.

 

Como a biópsia é realizada?

O exame é bastante simples, e pode ser realizado em consultório, sem a necessidade de internação e dura por volta de 20 minutos. Em casos de nódulos maiores e facilmente detectáveis, é comum que o médico utilize da palpação, nas demais situações, a ultrassonografia e a mamografia digital podem servir como guias durante esse processo.

 

Quais são os tipos de biópsia?

Existem diferentes tipos de biópsias, cada uma possui suas vantagens e desvantagens, algumas são recomendadas em casos específicos e existem as mais comuns. Os principais tipos de biópsias para detecção e diagnóstico do câncer de mama são os seguintes:

 

Punção aspirativa por agulha fina (PAAF).

Na PAAF uma agulha mais fina será utilizada. Geralmente, o posicionamento da agulha é guiado por ultrassom. O material é coletado com movimentos de vai-e-vem da seringa. O processo pode se repetir por várias vezes até que a quantidade necessária de material seja coletada.

 

Biópsia por agulha grossa (Core Biopsy)

Em casos de suspeita de câncer de mama, esse é o mais recomendado. Diferente da PAAF, a Core Biopsy vai contar com uma agulha de calibre mais grosso para que seja realizada a coleta de material, o processo poderá ser guiado por ultrassom, mamografia, ou ressonância magnética. O procedimento é realizado com a ajuda de uma anestesia local e, geralmente, são retirados vários fragmentos de alguns milímetros.

 

Biópsia Cirúrgica

Algumas exceções carecem de cirurgia para que seja feita a remoção de todo o nódulo ou de parte dele, no processo será removida uma área de tecido mamário normal para que haja uma margem de segurança durante o procedimento.

 

Biópsia do linfonodo

Caso os linfonodos axilares (estruturas que funcionam como filtros para substâncias e que se encontram nas axilas) estejam com o tamanho maior do que o normal, eles serão identificados para que seja detectada a disseminação da doença. Mesmo que os linfonodos não aparentem nenhuma alteração, os gânglios linfáticos geralmente são estudados para metástases, no momento da cirurgia para que seja feita a retirada do tumor mamário.

O processo é realizado através da biópsia do linfonodo sentinela ou com a dissecação dos linfonodos axilares. Para que a operação seja realizada com sucesso, é requerido um jejum de 8 horas antes do procedimento, também será necessário comunicar ao médico todos os medicamentos tomados pala paciente cerca de uma semana antes da realização da biópsia.

Assim como qualquer cirurgia, existem efeitos colaterais, como: dor, inchaço, hemorragia, infecção e formação de coágulos, podendo apresentar também certa dificuldade na movimentação dos braços por alguns dias, durante o período de recuperação.

 

Qual tipo de biópsia escolher?

Tudo irá depender da situação dos nódulos presentes nas mamas, com essa análise, o médico irá dizer qual biópsia é mais recomendada para o seu caso. Independente do tipo de biópsia que for realizada, as amostras de tecido coletadas da área suspeita serão enviadas e analisadas em um laboratório de patologia.

 

Quanto tempo até o resultado da biópsia sair?

O tempo pode variar entre poucos dias ou até duas semanas e, normalmente, o relatório é encaminhado diretamente para o médico.

 

Onde realizar biópsia em Anápolis?

A Clínica Popular Mais Saúde oferece atendimento humanizado e preços acessíveis. Procedimentos de biópsias estão disponíveis nas nossas unidades. O Centro Médico conta duas unidades em Anápolis. Para agendamento ou dúvidas sobre consultas e exames ou mais informações, entre em contato pelos números de telefone (62) 3098-4645 ou 99111-5662.

 

Conheça o exame de Eletroencefalograma.

Você sabia que o cérebro humano consome e produz energia? Em repouso ele tem energia suficiente para acender uma lâmpada de até 25 watts. Ele também, é responsável por consumir cerca de 25% da energia de todo o corpo. Para que seja possível analisar a energia do cérebro e como ele se comporta, é realizado o exame de eletroencefalograma. O teste começou a ser realizado após 1929, quando o psiquiatra alemão Hans Berger descobriu que o cérebro gerava atividade elétrica passível de registro.

 

Afinal, o que é o eletroencefalograma?

O Eletroencefalograma ou (EEG) é um exame realizado com a finalidade de analisar e estudar a atividade elétrica cerebral espontânea, ele analisa os padrões das ondas cerebrais. A indicação é que o exame seja realizado em caso de suspeita de alteração na atividade elétrica do cérebro, como epilepsia, alguns tipos de dores de cabeça específicas, movimentos anormais, detecção de inflamações ou intoxicações cerebrais como, por exemplo, a encefalite, análise de alterações cerebrais após a ocorrência de Acidente Vascular Cerebral (AVC), traumatismos cranianos, tumores, lesões, a avaliação também pode ser feita em pacientes com outras doenças neurológicas.

 

Existem três tipos de Eletroencefalogramas, são eles:

Eletroencefalograma em vigília com foto estimulação, o tipo mais comum do exame, realizado com o paciente acordado, onde é coletada a atividade elétrica do cérebro, sem estímulos de luz.

Eletroencefalograma durante o sono, no qual o paciente geralmente passará a noite no hospital, facilitando a detecção de problemas como apneia do sono. Vale ressaltar que a maioria das alterações epiléticas em crianças ocorrem durante o sono, o que torna necessário o EEG durante o sono.

Eletroencefalograma com mapeamento cerebral, onde a atividade cerebral é captada pelos eletrodos e transmitida para um computador, que fará o mapeamento capaz de identificar as regiões do cérebro que estão em atividade naquele momento.

 

Quem pode ser submetido ao procedimento?

É um procedimento não invasivo, sendo assim, poderá ser realizado em pessoas de qualquer idade, desde recém-nascidos (a partir de 2 meses de vida) até idosos, todavia no caso de bebês prematuros, a indicação é que seja realizado um exame mais completo, o de poligrafia neonatal, que inclui o registro de eletroencefalograma, eletro-oculograma, miograma submentoniano, monitorização frequência cardíaca e vídeo-monitorização ao mesmo tempo. Dependendo da idade do bebê e, para que haja mais conforto para ela, o procedimento poderá ser realizado com a criança ainda no colo da mãe. A realização do exame não é recomendada em pacientes que tenham lesões no couro cabeludo, pois isso afetará o procedimento.

 

O que o EEG pode detectar no cérebro?

Com a realização do EEG é possível detectar várias doenças e distúrbios psiquiátricos e neurológicos ou até mesmo doenças infecciosas e degenerativas, como por exemplo:

  • Hemorragia cerebral
  • Abuso de drogas ou álcool
  • Tipos de cefaleia (fortes dores de cabeça)
  • Estrutura anormal no cérebro (ex: tumor)
  • Epilepsia (atividade excessiva e anormal das células cerebrais)
  • Detecção de Alzheimer
  • Detecção do espectro autista
  • Detecção de quadros demenciais
  • Enxaqueca
  • Edema cerebral (inchaço na região cerebral)
  • Problemas de perda de consciência
  • Encefalopatias (qualquer doença cerebral que altere a estrutura ou o funcionamento do cérebro)
  • Encefalites (Inflamação no cérebro, geralmente causada por uma infecção. Em alguns casos a encefalite pode resultar em distúrbios no sistema imunológico)
  • Distúrbios do sono (ex: narcolepsia e apneia do sono)

 

Quais são os pré-requisitos para a realização do exame?

  • O paciente não deve estar em jejum. De maneira geral, não há restrição alimentar para a realização do EEG.
  • Não poderá utilizar creme, gel ou qualquer outra substância no cabelo que possa atrapalhar a fixação dos eletrodos.
  • Deverá lavar o cabelo na noite anterior com sabonete neutro e água.
  • O paciente não deverá consumir bebidas com cafeína 12h antes da realização do exame.
  • Deverá tomar os remédios de uso habitual normalmente (evitá-los caso o médico recomende).
  • É recomendável que o paciente leve uma lista dos remédios que são utilizados por ele.
  • O paciente não deverá ter praticado exercícios físicos de maneira excessiva antes do exame.
  • Não se deve utilizar brincos, relógios, pulseiras ou colares durante o exame, pois poderão afetar os resultados.
  • Por ser um exame que também realiza registro de sonolência e sono, que é de extrema importância, exige-se que haja uma privação parcial do sono, onde paciente dormirá, pelo menos, quatro horas a menos do que seu habitual.

 

Como o exame é realizado?

O procedimento deverá ser feito por um técnico ou enfermeiro especialista em EEG, com o auxílio de uma pasta condutora para fixar os eletrodos, que também facilitará a captação adequada dos sinais elétricos, o EEG é executado através da colocação de eletrodos no couro cabeludo, serão colocados, aproximadamente, 20 deles com um espaçamento específico entre um e outro. O tempo de demora de fixação dos eletrodos é rápido, cerca de 5 minutos. O paciente deverá se sentar ou se deitar na maca.

No aparelho do EEG há um potente amplificador de correntes elétricas, que torna possível aumentar em milhares de vezes os sinais elétricos gerados no cérebro, a fim de que sejam detectados pelos eletrodos e devidamente registrados.

O tempo de duração pode variar de 20 minutos a algumas horas, tudo dependerá da condição neurológica a ser diagnosticada e da comodidade do paciente em relação ao procedimento. O eletroencefalograma pode ser analógico ou digital, em ambas as opções, o resultado será analisado por um neurofisiologista que será o responsável por compreender os padrões do traçado do EEG e emitir um laudo detalhado. A principal diferença entre o EEG digital e o EEG analógico é o uso ou não de papel. No procedimento analógico as ondas serão impressas e registradas em um papel, já no digital, as ondas serão registradas pelo software do computador e transformadas em pixels, após essa transformação, as ondas cerebrais serão exibidas no monitor com precisão.

O exame não deverá ter complicações, porém, em alguns casos isolados, pode ser que ocorram convulsões em pessoas epiléticas devido à estimulação com a luz pulsante utilizada no processo (efeitos intermitentes ou padronizados de luz podem fazer com que as pessoas, se sintam desorientadas, desconfortáveis ou indispostas).

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